A inteligência artificial já passou da fase de experimentação. E o mercado segue crescendo ano após ano: as projeções chegam a US$ 260 bilhões em 2025 e a mais de US$ 1.200 bilhões até 2030, segundo estudos da Statista. Hoje, quem colhe retorno real é a organização que trata a IA como capacidade central, conectada a dados, processos e resultados de negócio mensuráveis.
Na Cheesecake Labs, estamos investindo mais na nossa liderança, estruturando melhor os times e entregando soluções de IA que escalam.
Um marco recente dessa jornada é a conclusão do programa executivo AI & Machine Learning: Business Applications, daUniversity of Texas at Austin McCombs School of Business, por Doug Silva, nosso CTO e sócio.
O programa foca em aplicar IA e machine learning a desafios reais de negócio, unindo profundidade técnica e execução estratégica.
Nas palavras do nosso CTO

Da IA como conceito à vantagem competitiva
“IA não é mais sobre protótipos ou demos bonitas”, explica Doug. “É sobre desenhar sistemas que conectam dados reais, processos reais e resultados de negócio reais.”
Essa leitura reflete uma realidade que muitas empresas enfrentam: sem contexto, governança e alinhamento com métricas de negócio, até os modelos mais avançados deixam de entregar valor.
O programa reforçou princípios que hoje orientam a forma como Doug conduz nossas práticas de engenharia e de IA. Entre eles: ancorar as iniciativas de IA em dados proprietários, definir métricas de sucesso desde o início e garantir que os modelos entrem em produção como parte de sistemas resilientes e observáveis, não como experimentos isolados.
Leia mais: Casos de uso e aplicações de IA: como as empresas estão usando IA
Colocar em produção é só o começo
Um dos aprendizados mais fortes é que o deploy não é a linha de chegada. Em ambientes de produção, sistemas de IA precisam evoluir continuamente. Práticas de MLOps, como monitoramento, versionamento, estratégias de rollback e otimização de performance, são essenciais para sustentar impacto de longo prazo.
Essa mentalidade já está incorporada em todos os nossos projetos de IA e permite que os clientes operem sistemas de IA com o mesmo rigor de qualquer plataforma crítica. O programa também destacou a IA multimodal como uma fronteira central.
Ao combinar texto, imagens, áudio e dados estruturados, as empresas conseguem extrair insights mais ricos e automatizar workflows mais complexos. Essa capacidade é cada vez mais relevante para quem quer modernizar operações e criar produtos digitais diferenciados.
Serviços mais fortes exigem liderança especializada
A experiência de Doug não é uma conquista isolada, ela reforça uma estratégia mais ampla da Cheesecake Labs: fortalecer continuamente nossos serviços com um time de liderança que conhece a fundo IA, product engineering e tecnologias emergentes.
Assim, nossos clientes contam com expertise de mão na massa em todas as etapas, da estratégia de IA e da avaliação de oportunidades até o deploy em escala.
A própria engenharia de prompt virou engenharia de sistemas. Hoje, nossos times desenham arquiteturas baseadas em agents e sistemas AI-native que se integram à infraestrutura de nuvem, aos requisitos de segurança e à lógica de negócio.
Ao investir em liderança, formação e excelência de execução, garantimos que nossos clientes não estejam apenas adotando IA, mas usando IA para crescer, competir e liderar.
Por fim, parabenizamos Doug por essa conquista, tão importante para ele quanto para a Cheesecake Labs: ter um líder inspirador que traz esse conhecimento para o nosso time.