Você já entrou numa festa e se sentiu a pessoa mais popular do lugar, com todo mundo dizendo “E aí, que bom te ver!” ou “Fico feliz que você tenha vindo”?
Agora imagine ter essa sensação toda manhã, quando você liga o computador para começar o trabalho. Foi assim que foram os meus primeiros meses no time da Cheesecake Labs. E, para o meu primeiro emprego em tempo integral em desenvolvimento mobile, eu não poderia estar mais empolgado de fazer parte dessa cultura.
O que está na sua lista para o primeiro emprego ideal?
Depois de me formar, em 2020, entrei no meu primeiro estágio no mundo do desenvolvimento mobile. O trabalho em si era ótimo: descobri que gosto de construir produtos com os quais o usuário interage pelo front-end, como telas e interfaces.
Mas tinha algo na cultura daquele lugar que não me agradava e, como eu nunca tinha sido contratado em tempo integral antes, não sabia se trabalhar era “para ser assim” mesmo.
Meu foco era ser um ótimo desenvolvedor e trabalhar com outros times fortes de desenvolvimento mobile. Então passei a usar as minhas noites pesquisando as oportunidades certas para mim.
Onde eu poderia trabalhar e ainda assim ficar na fronteira da tecnologia? Quais empresas tinham clientes nos setores que mais me interessavam? E, principalmente, quais eram os times que me davam vontade de me desafiar e melhorar de forma contínua?
“Eu corri para o abraço”
Minha busca pelo lugar perfeito para trabalhar começou ampla. Vasculhei Google, Glassdoor e LinkedIn atrás de empresas movidas por valores e com times fortes de desenvolvimento mobile, centrados no usuário.
Foi no meu LinkedIn que o logo da CKL apareceu pela primeira vez (provavelmente por causa do meu histórico de buscas, obrigado, SEO!). Depois vi também um post no Facebook que eles tinham publicado sobre a contratação de novos engenheiros. Entrei no site e pensei: “Uau. É aqui que eu quero estar”.
Ficou claro para mim que a cultura, os objetivos e os valores da empresa combinavam de verdade com os meus. O portfólio e os cases mostravam clientes internacionais, exatamente o tipo de cliente com quem eu queria trabalhar.
Quem me conhece descobre rápido que eu sou bem determinado. Então transformei em missão entrar para o time da Cheesecake Labs. Como se diz por aqui, “Eu corri para o abraço”. E procurei todas as oportunidades possíveis de poder me chamar de Caker.
Meus primeiros passos como Caker
Desde o primeiro dia, a recepção aqui na Cheesecake Labs não poderia ter sido melhor. As primeiras semanas foram de apresentação para todo mundo. Sempre que o nome de alguém aparece ligado a um workflow, a um processo ou a uma conta de cliente, você é apresentado a essa pessoa.
É estranho entrar no mercado de trabalho a partir do meu quarto, mas a CKL faz um ótimo trabalho para que todos se sintam conectados, mesmo espalhados pelo mundo.
Hoje eu trabalho em um projeto de IoT, o que é uma grande oportunidade. IoT é uma área muito disruptiva e estou aprendendo bastante no caminho. Estou cercado de gente que sabe muito da própria especialidade e só espero que um pouco dessa inteligência passe para mim!
Uma das coisas que mais me impressionou no jeito de trabalhar dos Cakers é o processo que eles têm (ou “que nós temos”, eu deveria dizer, ainda estou me acostumando com isso!). Dá para sentir que existe um motivo por trás de cada processo e um jeito certo de fazer as coisas para entregar experiências digitais encantadoras. Tudo flui. E isso não é pouco quando você concilia vários clientes, conversa por chamadas de WiFi e tem reuniões interrompidas por cachorros animados (o que, na verdade, nós adoramos).
Claro que eu me sinto pressionado. Este é o meu primeiro emprego e é em uma empresa que a Clutch considera Top 10 do mundo em desenvolvimento mobile. Isso é pressão! Mas é uma pressão boa. É a pressão do “beleza, vamos impressionar o cliente”. Na maior parte do tempo eu não estou nem perto da minha zona de conforto, mas sei que tenho apoio.
A cultura daqui existe para que cada um consiga fazer o seu melhor trabalho. Precisamos nos sentir à vontade com a tecnologia e à vontade para gerar resultado. Desde o começo eu participei de reuniões com o cliente e fui incentivado a compartilhar minhas sugestões por quem gerencia o projeto.
Aqui eu sinto que posso contribuir de verdade com o futuro do desenvolvimento mobile como parte do time da Cheesecake Labs. E já estou de olho em ajudar a CKL a virar referência mundial em desenvolvimento Flutter. Ousado, para quem está aqui há poucos meses? É. Mas bem possível com os outros Cakers do meu lado.
Dizem que “se eu enxerguei mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes”. Mas, na versão CKL dessa frase, seria: “se eu me tornei uma pessoa melhor, foi por estar cercado de Cakers e, mais do que isso, cercado de amigos”
Meu conselho para recém-formados e engenheiros mobile juniores…
O seu primeiro emprego pode ser o emprego dos sonhos. Tente não se contentar com menos.
Eu acordo de manhã animado para começar a trabalhar, e essa é uma ótima sensação para começar uma carreira.
Se você ainda não chegou lá, tudo bem. Faça o dever de casa, estude tecnologias, estude arquiteturas. Dá para conhecer outras soluções que já existem no mercado e se qualificar profissionalmente com cursos online.
E, mais importante, se cerque de pessoas que te tornam melhor e que incentivam uma troca de conhecimento mútua. Meu ‘Buddy’ na CKL, o Diego, é a primeira pessoa que eu procuro diante de qualquer dificuldade, e Fifo, que gerencia o meu projeto, é outro apoio essencial. Ter gente de confiança para discutir ideias faz muita diferença quando você está tentando mudar o mundo com tecnologia!
Pode soar pretensioso, mas é assim que eu explico o que fazemos na Cheesecake Labs. Desenvolvemos tecnologia que muda o mundo de um jeito encantador e acessível para todos os usuários.
Você também quer entrar na festa?