Em 28 de junho de 1969, a Revolta de Stonewall aconteceu em Nova York. A comunidade LGBTQIA+ local começou a pôr fim à opressão e à violência policial. Ela reagiu e criou o que talvez seja o maior marco na história dos direitos da comunidade. Foi só o começo de uma série de manifestações e movimentos que se espalharam pelo mundo e deram mais visibilidade à diversidade.
Até 1990, a homossexualidade carregava o sufixo “ismo” e era tratada como doença. Em 17 de maio daquele mesmo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) a retirou da lista de doenças e adotou o sufixo “idade”, que se refere a comportamento. Essa conquista virou motivo de celebração e transformou o 17 de maio no Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia.
Infelizmente, estudos atuais mostram que ainda há muito a conquistar, incluindo direitos básicos que seguem negados à comunidade LGBTQIA+ em muitos países.
- 69 países ainda consideram crime ser homossexual – em 13 deles, a pessoa pode ser condenada à morte
- Até 2019, apenas nove países no mundo ofereciam proteção constitucional contra a discriminação por orientação sexual. Na prática, porém, isso não significa que pessoas LGBTQIA+ estejam efetivamente protegidas.
- Uma pessoa LGBTQIA+ brasileira morre por LGBTfobia a cada 26 horas, seja por assassinato ou suicídio.
- O Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo.
- Apenas 4% da população trans no Brasil está em empregos formais com possibilidade de promoção e progressão de carreira.
Campanhas em favor da diversidade
Paradas da diversidade e outros movimentos de orgulho ganham cada vez mais popularidade pelo mundo. Mas segue sendo um problema que países como o Brasil, que tem uma das maiores paradas do orgulho LGBTQIA+ do mundo, em São Paulo, ainda seja o país que mais mata pessoas trans no mundo.
É por causa dessa realidade contraditória que esses movimentos precisam ocupar ainda mais as ruas, para alcançar mais gente em todo o mundo. Quanto mais a diversidade for naturalizada, mais a sociedade vai aceitá-la.
Para se posicionar em defesa da comunidade LGBTQIA+, algumas instituições e empresas organizam todo ano uma Pride Week. É um período dedicado a aprender e a reforçar o apoio a essa causa importante.
A Pride Week na Cheesecake Labs
Para alimentar esse momento de reflexão, a Cheesecake Labs promove a própria Pride Week há alguns anos. O evento traz pessoas diferentes para falar e compartilhar o que sabem. A meta é crescer a cada edição e promover discussões importantes de apoio ao movimento LGBTQIA+ – dentro e fora da empresa.

A ideia é evoluir sobre o que aprendemos nas edições anteriores. Isso aparece na forma como valorizamos a diversidade ao longo do ano inteiro e reforça os valores da empresa – um deles é “Respeitar as pessoas e abraçar as diferenças”.
Atualmente na terceira edição – a segunda realizada online, o evento deste ano começou com conversas sobre temas como abandonar ideias e crenças comuns a respeito da comunidade LGBTQIA+, a partir de histórias de vida compartilhadas entre os Cakers.
Ao longo da semana, a Cheesecake também abriu uma conversa sobre o uso da linguagem neutra, sua história e o que fazer e o que evitar. Os Cakers ainda tiveram um momento para assistir a um curta-metragem juntos, o que abriu espaço para reflexões e discussões. Trouxemos conteúdos diferentes para essa semana, com o objetivo de promover aprendizado em vários níveis e alcançar todo mundo na empresa.

O que a diversidade traz para a Cheesecake Labs
A Cheesecake consegue atrair talentos de realidades diferentes, com histórias e repertórios culturais distintos, porque trabalha para manter um ambiente seguro e acolhedor para todas as pessoas.
Essa riqueza cultural traz movimento e motivação para todo o time e é, com certeza, uma das razões pelas quais crescemos. A diversidade nos move!
“Quando nos sentimos livres e seguros para ser quem realmente somos no trabalho, conseguimos direcionar a energia para entregar um serviço WOOOW. Ao respeitar as pessoas e abraçar as diferenças, também criamos vínculos mais fortes com os colegas e cultivamos um ambiente de crescimento e colaboração.”
Marcelo Gracietti, CEO da Cheesecake Labs